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Rice e Rumsfeld devem cobrar apoio da Otan no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois dos mais altos representantes do governo americano – a secretária de Estado Condoleezza Rice e o secretário de Defesa Donald Rumsfeld – vão pedir mais apoio dos europeus nas operações militares no Iraque. Rumsfeld deverá usar um encontro da Otan, em Nice, na França, para pedir que os outros integrantes da aliança militar ocidental aumentem o seu envolvimento no Iraque. Rice, por sua vez, estará em Bruxelas, na Bélgica, para reuniões com representantes da União Européia e da Otan. Nesta terça-feira, a secretária de Estado usou o seu mais importante discurso sobre política externa desde que tomou posse para convidar os aliados dos Estados Unidos na Otan a começar um "novo capítulo". Treinamento de iraquianos A guerra no país provocou divisões na aliança, mas o secretário de Defesa deverá tentar convencer aliados que se opuseram à invasão, especialmente a França e a Alemanha, a deixar para trás as objeções e ajudar os americanos no treinamento de tropas iraquianas. A aliança havia se comprometido em junho passado a fornecer 300 tropas para o programa de treinamento das forças iraquianas, mas até agora só 100 foram enviados para o Iraque. O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, mostrou-se confiante de que um acordo sobre o programa de treinamento deverá sair até o dia 22 deste mês. O correspondente da BBC em Washington Adam Brookes diz que Rumsfeld certamente não pedirá desculpas pelas divergências em relação ao Iraque, mas o simples fato de ele estar indo para a França, país vilipendiado por Washington nos últimos dois anos, dá um tom conciliatório à visita. |
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