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ONU proíbe sexo para as tropas de paz no Congo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As tropas de paz da ONU foram proibidas de ter relações sexuais com a população local na República Democrática do Congo depois que várias acusações de exploração sexual de mulheres e crianças vieram à tona. A determinação foi revelada em uma carta do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, ao Conselho de Segurança. Annan também pediu mais 100 policiais do Exército e investigadores francófonos para "erradicar" o abuso. As denúncias de abuso sexual de meninas de até 13 anos foram reveladas no início do ano passado. As vítimas normalmente recebiam comida ou algum dinheiro em troca de sexo, segundo um relatório de janeiro do órgão que fiscaliza a ONU, o Escritório de Serviços de Supervisão Interna. A ONU investigou 150 alegações, entre elas uma de estupro grupal que teria sido feita contra 50 soldados baseados na cidade de Bunia, no nordeste do Congo. "Eu reitero a minha posição, que sei que é compartilhada pelo conselho, de que não podemos tolerar nem um só soldado de paz da ONU vitimizando os mais vulneráveis", diz a carta da Annan. Atualmente, há mais de 12 mil soldados a serviço da ONU na República Democrática do Congo. |
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