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Autoridade Palestina diz ter acertado cessar-fogo com militantes | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autoridades palestinas dizem que chegaram a um acordo com grupos militantes para o fim de ataques a Israel e que agora só esperam uma resposta do governo israelense. A declaração foi feita depois de uma semana de negociações entre o líder palestino, Mahmoud Abbas, e militantes na Faixa de Gaza. No entanto, os grupos militantes insistem que só aceitarão o cessar-fogo se os israelenses fizessem concessões, "encerrando agressões" contra os palestinos e libertando prisioneiros. "Não haverá paz sem um preço, e a paz não será aceita a menos que haja um comprometimento claro por parte das forças de ocupação (israelenses) em suspender todos os tipos de agressões", afirmou o porta-voz do Hamas, Abu Zuhri, no domingo. "Enquanto houver a paz, não há motivos para agirmos, ainda mais agora quando Abu Mazen (como também é conhecido Mahmoud Abbas) está dando os primeiros passos." Sem ataques O primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, reagiu dizendo que agora "há paz, depois de um período de intensa ação por parte das forças de segurança israelenses contra o terrorismo". "Nós não sabemos se houve uma mudança real na situação, mas esperamos que sim", afirmou Sharon. Abbas – que foi eleito no começo deste mês presidente da Autoridade Nacional Palestina – está tentando formar uma plataforma conjunta que daria a ele um mandato mais forte em futuras negociações com Israel. As forças israelenses ocupam a Faixa de Gaza e a Cisjordânia – onde vivem cerca de 4 milhões de palestinos – desde 1967. |
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