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Insurgentes libertam reféns chineses no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Oito chineses que estavam sendo mantidos em cativeiro por insurgentes no Iraque foram libertados. A agência de notícias oficial chinesa Xinhua disse que a embaixada chinesa em Bagdá confirmou a libertação. O grupo militante tinha ameaçado matar os reféns se a China não esclarecesse sua posição em relação ao Iraque. Num vídeo, os militantes disseram que os reféns estavam sendo libertados depois de a China ter aconselhado seus cidadãos a não viajar ao Iraque. Alerta De acordo com a agência de notícias Associated Press, o vídeo mostra cada um dos chineses trocando apertos de mão com um insurgente mascarado. "Eles não sofreram ferimentos durante o período em que foram mantidos reféns e também não foram trocados por dinheiro", disse um dos militantes no vídeo. Na sexta-feira, o ministério do Exterior da China disse que tinha repetidamente alertado seus cidadãos a não viajar ao Iraque. "Quero enfatizar que o governo chinês já tinha divulgado alertas anteriores em muitas ocasiões a seus cidadãos, pedindo que eles não viajassem ao Iraque", disse o porta-voz Kong Quan, numa declaração. O grupo insurgente, que se auto-denominou Brigada Numan, acusou os reféns de estarem construindo instalações para os Estados Unidos no Iraque, o que o governo chinês negou. A Associação de Scholars Islâmicos, que ajudou a libertar sete chineses seqüestrados no Iraque no ano passado, atuou como mediadora. Os dois grupos de chineses vieram da província de Fujian, e a imprensa estatal do país levantou a hipótese de que eles teriam pago a traficantes de trabalhadores para ser levados ao Iraque. Os seqüestros deixaram muitos chineses chocados, por acreditarem que a oposição de seu país à invasão americana seria uma garantia de segurança para seus compatriotas. |
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