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Israel bombardeia alvos do Hizbollah no sul do Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Israel realizou nesta segunda-feira ataques aéreos e de artilharia contra alvos do Hizbollah no sul do Líbano. Caças-bombardeiros de Israel atacaram, segundo alguns relatos, posições do Hezbollah perto da fronteira. A ofensiva ocorreu depois de um ataque a bomba do grupo islâmico contra uma escavadeira militar israelense na região disputada das fazendas de Shebaa. Há relatos de que duas libanesas teriam sido feridas no ataque israelense, mas a informação não foi confirmada. Na semana passada, a ONU pediu a Israel e ao Hizbollah o fim dos enfrentamentos, após ataques dos dois lados terem deixado mortos um soldado israelense, um militante xiita e um observador francês da ONU. Palestinos Em um outro episódio, o líder palestino, Mahmoud Abbas, determinou que seus chefes de segurança tomem medidas para evitar ataques de grupos militantes a Israel, segundo Qadura Fares, um membro do gabinete pelestino. Abbas "deu claras instruções para... que todas as ações de violência, incluindo ataques a Israel, sejam evitadas", disse Qadura Fares. Depois de uma reunião de gabinete, em Ramallah, na Cisjordânia, o ministro das Comunicações, Azzam Al-Ahmed, disse que a medida tem como objetivo interromper o ciclo de violência. Ele afirmou ainda que as operações militares israelenses também têm de parar. Violência A ordem de Abbas se segue a um pedido, feito no domingo, para que grupos militantes encerrem seus ataques, que, segundo ele, prejudicam interesses nacionais. De acordo com ele, os ataques dão a Israel um pretexto para não levar adiante as negociações de paz. Abbas deve visitar Gaza nesta semana, para negociações com grupos militantes sobre um cessar-fogo. O Hamas, porém, já disse que se reserva o direito de resistir e os ataques a Israel a partir da Faixa de Gaza continuam. "Enquanto a ocupação e agressão continuarem, será natural que o palestinos se defendam", disse um porta-voz do grupo islâmico, Sami Abu Zuhri, à agência Reuters. De acordo com a correspondente da BBC Barbara Plett, é provável que as forças de segurança palestinas tentem evitar ataques de foguetes a cidades israelenses, mas não prender or desarmar os militantes. Israel exige que as milícias sejam desarmadas. |
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