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Marca 'Tsunami' provoca polêmica na África do Sul | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Consumidores sul-africanos estão reclamando de empresas que utilizam a palavra “tsunami” para promover as vendas de seus produtos. O caso mais explícito é o de um restaurante japonês de Johannesburgo que se chama Tsunami Food Emporium, aberto três semanas antes da tragédia que atingiu a Ásia. “Fizemos muita pesquisa para chegar a este nome”, lamenta o gerente do restaurante, Claudio Gonçalves, afirmando que era impossível ter previsto o desastre. Segundo ele, algumas pessoas já acusaram o restaurante de tentar faturar com o maremoto. Uma mulher chegou a perguntar aos funcionários se alguém tinha aberto uma churrascaria chamada 11 de setembro. Grande e forte Outro alvo das críticas é a rede de fast food Mugg and Bean, que há mais de um ano tem entre seus principais sanduíches um feito com hambúrguer de frango apimentado que se chama Tsunami. Segundo o gerente de marketing Mike Said, o nome foi escolhido porque o hambúrguer, que vem acompanhado de bacon, pepino, abacaxi e um molho tailandês, é “grande e forte”. A empresa já anunciou que vai mudar o nome do lanche no mês de abril; tanto a rede de fast food quanto o restaurante japonês disseram que vão doar parte de seus lucros para as vítimas do tsunami. Já foram confirmadas as mortes de dez sul-africanos na tragédia, enquanto 184 continuam desaparecidos. E uma família da Cidade do Cabo que sobreviveu ao tsunami que atingiu uma praia da Tailândia foi alvo de um seqüestro quando voltou à África do Sul. “Estou absolutamente traumatizada”, disse Nicky Miller, de 31 anos. |
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