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Sobreviventes de maremoto não morrerão de fome, diz ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Organização das Nações Unidas (ONU) se diz otimista e afirma que acredita que nenhum sobrevivente do maremoto que atingiu a Ásia deverá morrer devido à fome. Jim Morris, chefe do Programa Mundial de Alimentação da ONU (FAO), disse que espera que suprimentos de alimentos cheguem à maioria dos sobreviventes nos próximos sete dias. Mais de 150 mil pessoas morreram devido ao maremoto em toda a Ásia. A ONU afirmou que este número poderia subir ainda mais devido à fome e doenças. Até agora não foram relatadas grandes epidemias. O chefe da FAO disse à BBC que a ajuda está "alcançando quase todos que foram atingidos pelo desastre". "Pelos nossos parceiros, muitas ONGs, encontramos caminhos para entregar alimentos a todos que precisam", disse Jim Morris. Números Ele afirmou que a agência está alimentando 750 mil pessoas no Sri Lanka, e entre 130 e 150 mil na Indonésia, principalmente na província de Aceh, a mais atingida. "Este número deve subir para 300 ou 400 mil nos próximos cinco ou seis dias. Nosso trabalho é entregar alimento para salvar vidas, cuidar das questões nutricionais ligadas à mulheres grávidas, com filhos recém-nascidos e também crianças", afirmou Morris. O chefe da FAO afirmou que a agência poderá conseguir tudo o que precisa, cerca de US$ 280 milhões, para "alimentos para os próximos seis meses, para fornecer a dois milhões de pessoas e também financiar o transporte". A distribuição de alimentos na Indonésia deve ser acelerada depois da abertura de um centro aéreo em Subang, perto da capital da Malásia, Kuala Lumpur, na sexta-feira. O transporte de suprimentos leva o dobro de tempo no caminho original, saindo da capital indonésia, Jacarta, do que saindo de Subang. |
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