|
Jornalistas soltos no Iraque chegam a Paris | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois jornalistas franceses libertados no Iraque após um seqüestro que durou quatro meses chegaram a Paris. O presidente Jacques Chirac interrompeu suas férias de Natal no Marrocos para recebê-los na capital francesa. Eles também foram recebidos por parentes e amigos. Christian Chesnot, da Rádio França Internacional, e Georges Malbrunot, do diário Le Figaro, haviam sido seqüestrados em agosto. Eles chegaram à França a bordo de um avião militar, acompanhados do ministro das Relações Exteriores, Michel Barnier, que participou dos esforços diplomáticos pela libertação. A dupla foi entregue à embaixada francesa em Bagdá na terça-feira por um grupo autodenominado Exército Islâmico do Iraque. Comunicado Os militantes afirmaram num comunicado à rede de TV Al-Jazeera que resolveram soltá-los porque não havia provas de que eles estivessem atuando como espiões para os Estados Unidos. Na época em que capturaram os jornalistas, os seqüestradores exigiram que a França acabasse com a proibição do uso do véu islâmico em escolas do país. Eles disseram que matariam os dois se a exigência não fosse cumprida. Os jornais franceses desta quarta-feira comemoram a libertação com manchetes como "Finalmente" e "Livres". O irmão de Chesnot, Thierry, disse que a libertação "é o melhor presidente de Natal que poderíamos ganhar". Segundo ele, os dois jornalistas estão em boas condições de saúde. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||