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Impasse ameaça aliança entre Sharon e trabalhistas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A negociação para a formação de um governo de coalizão em Israel entre o Likud, de Ariel Sharon, e o Partido Trabalhista chegou a impasse por causa de divergências em relação ao Orçamento, de acordo com a imprensa local. O Partido Trabalhista estaria exigindo várias mudanças na política econômica, incluindo aumento dos gastos públicos na área social. Os líderes trabalhistas também estariam pedindo que os partidos que se opõem ao plano de retirada de colonos da Faixa de Gaza – como o Shas – sejam excluídos da coalizão de governo. O Likud rejeitou as propostas trabalhistas com o argumento de que elas comprometeriam a integridade do Orçamento de 2005/2006. Reunião Por causa do impasse, um grupo de negociadores do Partido Trabalhista teria abandonado uma reunião com o Partido Likud na segunda-feira à noite. "Eles pensam que podem rir de nós? Pois que governem sem nós", teria dito a chefe da delegação trabalhista, Dalia Itzik. O governo de Ariel Sharon perdeu a sua maioria no Parlamento em junho e pode ser obrigado a convocar eleições se as conversas com o Partido Trabalhista fracassarem. Sharon conseguiu a aprovação de seu partido para a coalizão com os Trabalhistas na semana passada. De acordo com correspondentes da BBC, o Likud só aceitou a aliança para evitar a convocação de uma nova eleição. A coalizão que dava sustentação a Sharon caiu no começo do mês quando Sharon demitiu os ministros do partido Shinui, que havia votado contra a sua proposta de Orçamento. |
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