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Oposição de Israel autoriza aliança com o governo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Partido Trabalhista, o principal partido de oposição em Israel, autorizou o seu líder, Shimon Peres, a iniciar as negociações para formar uma coalizão com o governo do primeiro-ministro Ariel Sharon. Segundo Peres, a medida teria como objetivo assegurar a retirada dos colonos judeus da Faixa de Gaza e de partes da Cisjordânia. "Retirar colonos e assentamentos é difícil. O preço é a paz", comentou Peres antes da votação do seu partido sobre a possível coalizão. Sharon convidou o Partido Trabalhista para se unir ao seu gabinete, na sexta-feira, dias após a saída do governo do partido de centro Shinui e a perda da maioria parlamentar. Contrapeso O Likud, partido de Sharon, aprovou na quinta-feira a anulação de uma cláusula que previa a proibição de um governo de coalizão com os trabalhistas. Dos cerca de 3 mil membros do Likud, 62% votaram a favor da anulação. Sharon também conversou com os líderes de outros dois partidos ultra-ortodoxos. O Shas e o Judaísmo da Torá estão sendo convidados a participarem do governo também. Alguns membros do Likud acreditam que eles são um importante contrapeso a qualquer influência esquerdista dos trabalhistas. |
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