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Egito liberta 'espião' de Israel em troca de presos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Egito libertou neste domingo Azzam Azzam, um árabe-israelense que estava preso havia sete anos por acusações de espionagem. Ele foi trocado por seis estudantes egípcios que haviam sido presos em Israel em agosto, suspeitos de planejar o sequestro de soldados israelenses. De acordo com uma testemunha, Azaam estava muito animado e gritava "Nasci novamente", ao cruzar a fronteira israelense. O correspondente da BBC em Jerusalém, simon Wilson, diz que a prisão de Azzam sempre foi um motivo de atrito entre os governos de Egito e Israel. Relações diplomáticas A troca de prisioneiros pode ser o sinal da melhora das relações entre os países vizinhos. O Egito estaria estudando a possibilidade de enviar um embaixador a Telaviv, após uma longa ausência diplomática em Israel. Os dois países assinaram um acordo de paz em 1979, mas as relações que já eram frias pioraram após o início da intifada palestina no ano 2000. Azzam Azzam, preso no Egito desde os anos 90, foi sentenciado em 1997 a 15 anos de prisão. Lingerie Ele trabalhava na indústria têxtil israelense, e foi acusado de ajudar no envio de ínformações sobre cidades industriais egípcias para o serviço secreto de Israel, o Mossad. De acordo com a promotoria, Azzam passava mensagens secretas, escritas em tinta invisível em peças de lingerie. O governo israelense sempre negou que ele era um agente da espionagem. |
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