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Bush renova apoio à ofensiva do Paquistão contra Al-Qaeda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, elogiou neste sábado a ofensiva do Paquistão contra suspeitos de pertencer à organização Al-Qaeda, após encontro com o presidente paquistanês, o general Pervez Musharraf. Apesar de relatos de que o governo americano estaria preocupado com a redução do número de tropas paquistanesas na região de fronteira onde Osama Bin Laden poderia estar escondido, Bush não fez nenhuma crítica ao governo do Paquistão e descreveu Musharraf como um líder "determinado". "(O Exército do Paquistão) tem sido incrivelmente ativo e muito corajoso, combatendo um inimigo que acreditava ter encontrado um refúgio", disse o presidente americano. "O presidente (Musharraf) tem sido um líder determinado a trazer justiça não só a pessoas como Osama Bin Laden, mas também a aqueles que causam danos e dor a seu próprio povo", acrescentou Bush. Oriente Médio Além dos elogios, o líder paquistanês também ouviu o presidente americano renovar seu compromisso de apoiar a criação de um Estado palestino. Musharraf reafirmou sua opinião de que resolver o conflito entre israelenses e palestinos é essencial para os muçulmanos e para a luta global contra o "terrorismo". "(Esse foi) o assunto mais importante pelo interesse da paz no mundo", disse o presidente do Paquistão, depois do encontro no Salão Oval da Casa Branca. "Eu disse a ele (Musharraf) que essa será uma prioridade do meu governo", afirmou Bush. De acordo com Clive Myrie, repórter da BBC em Washington, o desejo de Musharraf de discutir a situação no Oriente Médio deu a impressão de que o objetivo é acalmar radicais muçulmanos no Paquistão irritados com a relação amistosa do país com os Estados Unidos. Para o governo americano, no entanto, o assunto mais crucial da relação com o Paquistão ainda é o papel do país como um aliado na chamada luta contra o terrorismo lançada após os atentados de 11 de setembro de 2001. |
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