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Forças do Iraque invadem mesquita e matam 2 em Bagdá | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ao menos duas pessoas morreram nesta sexta-feira quando forças de segurança do Iraque invadiram uma das mais importantes mesquitas sunitas de Bagdá. Testemunhas disseram que o confronto começou quando cerca de 300 integrantes da Guarda Nacional entraram na mesquita Abu Hanifa após a tradicional reza de sexta-feira. Os guardas utilizaram granadas de efeito moral antes de abrir fogo para o alto. Muitos ficaram feridos e dezenas de pessoas foram presas, entre elas o imã (líder religioso muçulmano). O governo interino iraquiano promete agir contra aqueles que "incitam à violência", inclusive os clérigos. Rebeldes de Falluja A mesquita, situada perto do centro da cidade, está vinculada a grupos que se opõem à presença das tropas americanas no Iraque. Acredita-se que as forças de segurança invadiram a mesquita à procura de rebeldes que escaparam da ofensiva militar liderada pelos Estados Unidos em Falluja. Horas depois, num outro incidente, um policial morreu e várias pessoas ficaram feridas quando um carro-bomba explodiu no momento em que um comboio policial passava pelo centro da capital iraquiana. Em Falluja, trocas de tiro continuaram a ocorrer, um dia após um comandante dos fuzileiros navais americanos, general John Sattler, ter dito que a ofensiva na cidade havia debilitado o poderio dos insurgentes em todo o Iraque. |
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