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EUA pedem união da América Latina contra o 'terror' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, disse em visita ao Equador nesta terça-feira que os países latino-americanos devem se unir para combater o "terrorismo". Rumsfeld participa da 6ª Conferência de Ministros da Defesa das Américas. Ele tem uma reunião marcada com o vice-presidente e ministro da Defesa do Brasil, José Alencar. Segundo o americano, conhecido como um dos símbolos da linha-dura militarista no governo de George W. Bush, "a segurança é a base essencial para que haja mais progresso para todos os povos da América". Rumsfeld disse que grupos como o Hizbollah e o Hamas estão arrecadando recurso para suas operações na América do Sul. Ele não incluiu, porém, a Al-Qaeda nesta lista. Instabilidade Segundo ele, os seqüestros e a atuação de grupos criminosos na região são outros exemplos da instabilidade a ser combatida conjuntamente pelos líderes latino-americanos. "No século 21, estamos descobrindo que esses problemas são cada cada vez mais globais e regionais. Não são problemas que afetam um país apenas. Eles ocorrem de uma forma que não podem ser solucionados apenas por um país", declarou Rumsfeld. Numa viagem de uma semana pela região, o secretário da Defesa já esteve antes em El Salvador, Nicarágua e Panamá. Uma das precupações que ele levantou nas discussões com líderes da região é o movimento de supostos militantes islâmicos por entre as fronteiras, a caminho de chegar em solo americano através da fronteira com o México. |
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