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Paquistão diz ter matado 40 em ataque contra militantes | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As forças de segurança do Paquistão disseram ter desmantelado várias bases de militantes na mais recente operação na fronteira do país com o Afeganistão. O comandante paquistanês Maj Gen Niaz Khattak disse que as forças do governo mataram um grande número de militantes e destruíram "esconderijos terroristas". Ele disse que seis corpos também foram encontrados, todos eles de paquistaneses. Um dos alvos da incursão era Abdullah Mehsud, um líder militante e ex-prisioneiro de Guantánamo. Mehsud, de 29 anos, é suspeito do seqüestro de dois engenheiros chineses em outubro. Um dos reféns morreu em uma tentativa de resgate pelas forças paquistanesas, e o outro foi libertado. Segundo o Exército do Paquistão, eles conseguiram apreender o cavalo de Mehsud, além de armamentos que estavam em cavernas perto da vila de Noni, no Waziristão. Operação Cerca de 7 mil tropas do Paquistão, ajudadas por helicópteros, foram mandadas à região esta semana. Os militares do Paquistão começaram operações de grande porte contra suspeitos militantes estrangeiros em março. Acredita-se que centenas de militantes estrangeiros islâmicos, incluindo árabes, afegãos e asiáticos, estejam escondidos no país. Os Estados Unidos dizem que o líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, também possa estar escondido no Afeganistão, mas o governo do país nega. "Até agora não temos indicações de que Osama Bin Laden esteja aqui", disse Khattak. Segundo o general, cerca de 30 a 40 militantes e três soldados foram mortos nos últimos seis dias. Khattak disse ainda que três quartos do Waziristão do Sul estão sob controle do governo. |
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