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Refém chinês é morto em resgate no Paquistão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um dos dois engenheiros chineses que era mantido refém no Paquistão foi morto durante uma operação de resgate das forças de segurança paquistanesas. O outro engenheiro chinês foi libertado. Os dois chineses foram seqüestrados na semana passada em uma área tribal na região sul do Waziristão. Os engenheiros estavam trabalhando na construção de uma represa no local. Um representante do Exército paquistanês disse que soldados invadiram o edifício onde os dois se encontravam após gritos terem sido ouvidos no local, o que fez com que os militares acreditassem que os dois seriam mortos. De acordo com os militares paquistaneses, todos os cinco seqüestradores foram mortos durante a operação. No início da semana, um líder militante do sul do Waziristão disse que os chineses foram seqüestrados em protesto contra o que chamou de injustiças cometidas pelo Exército do Paquistão. Musharraf Em meio à operação de resgate no sul do Waziristão, o Parlamento paquistanês aprovou uma medida que permite ao presidente do país, Pervez Musharraf, ser chefe de Estado e permancer no comando do Exército. Musharraf havia prometido que renunciaria ao posto de líder do Exército paquistanês ao final deste ano. A nova lei foi aprovada em meio a protestos de representantes da oposição. Eles argumentam que a nova medida infringe a Constituição do país e concede demasiados poderes ao presidente paquistanês. Membros do partido governista argumentam que as circunstâncias mudaram desde que o presidente fez sua promessa e que a contínua ameaça da rede Al-Qaeda faz com que seja necessário que uma mão forte conduza o Paquistão. |
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