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Colômbia acerta acordo com grupo paramilitar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Colômbia anunciou ter chegado a um acordo com o maior grupo paramilitar do país, as Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC). Teriam sido acertados prazos para a desmobilização dos 3 mil militantes. A operação começará em duas semanas e terminará no final do ano. Mas, segundo o correspondente da BBC na Colômbia, poucas pessoas devem comemorar o acordo. Ele diz que a AUC enriqueceu com o tráfico de drogas e está recrutando novos militantes. Também não está claro o que irá acontecer com os paramilitares que se desmobilizarem. A AUC quer que eles sejam incorporados ao Exército do país, mas o governo descartou tal possibilidade porque o grupo é acusado de atrocidades. Cartel de Cali Também na Colômbia, a Suprema Corte autorizou a extradição para os Estados Unidos de um dos traficantes de drogas mais notórios do mundo, Gilberto Rodriguez Orejuela. Ele e seu irmão, Miguel, estavam à frente do Cartel de Cali na década de 90. Acredita-se que o Cartel tenha exportado centenas de milhões de dólares em cocaína. Os Estados Unidos dizem que Orejuela continuou a administrar o Cartel mesmo dentro da prisão. A extradição ainda terá que ser aprovada pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe. |
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