|
Desemprego sobe e deve seguir em alta na Alemanha | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O número de desempregados na maior economia européia subiu para 4,457 milhões de pessoas. Só no mês passado, 12 mil postos de trabalho foram fechados. Segundo economistas, este número tende a crescer nos próximos meses. "Acreditamos que em janeiro ou fevereiro o total de desempregados ultrapasse os 5 milhões", disse o economista Harald Joerg. "Não existe previsão de uma reviravolta no mercado de trabalho", concordou o diretor da Agência Federal para Trabalho Frank-Juergen Weise. Problemas globais A economia alemã tem crescido cerca de 1,8% este ano, mas isso não tem sido o suficiente para gerar um crescimento significativo na criação de empregos, segundo economistas. O índice de desemprego permaneceu inalterado no mês passado, em 10,7%. "O problema é que a economia global já está num movimento de queda e as oportunidades de exportação vão ficar menores", disse o economista Stefan Muetze. As causas para tamanho desemprego não são tão ruins quanto parecem, segundo alguns economistas. "O crescimento do índice de desemprego também está ligado às reformas previdenciárias", disse Joerg. "Mais pessoas estão se registrando para não perder seus benefícios." Entre as medidas polêmicas estão propostas de cortar benefícios dos que estão desempregados por um longo período e de acabar com planos previdenciários generosos. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||