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EUA dizem que eleitores não devem temer atentados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos disse que não há informações do serviço secreto apontando para ataques no dia da eleição presidencial, na próxima terça-feira, e convocou os americanos a votarem com confiança. Tom Ridge disse que não há necessidade de elevar o nível de alerta, apesar das recentes ameaças do líder da organização Al-Qaeda, Osama Bin Laden, de realizar mais ataques no país. Mas a ameaça de Bin Laden pôs a questão da segurança nacional de volta ao centro das atenções na eleição presidencial. Os principais candidatos, que estão em campanha em diversos Estados-chave, fizeram promessas de manter os Estados Unidos um lugar seguro. Vídeo Num vídeo divulgado pelo canal árabe Al-Jazeera, Bin Laden aparece calmo, dirigindo-se diretamente aos americanos, dizendo que as razões que levaram aos ataque de 11 de setembro ainda permanecem. Ele indicou que os Estados Unidos podem ser alvo de novos ataques, mas boa parte da fita foi gasta na tentativa de explicar atentados anteriores. Em um encontro informal com jornalistas na porta de seu escritório, Ridge disse que não há conhecimento sobre ameças de ataques durante as eleições. "Antes de tudo, nós queremos garantir que as pessoas se sintam seguras e confortáveis em relação a sair para votar", disse ele, segundo a agência de notícias Associated Press. Ridge afirmou que medidas de segurança foram reforçadas às vésperas da eleição presidencial, mas disse que não há planos de mudar o nível de alerta de amarelo para elevado. "Nossos esforços por todo o país, e em nível local, para melhorar a segurança estão em andamento. Nós estamos mais seguros agora do que jamais estivemos antes", disse. O correspondente da BBC em Washington Rob Watson disse que os republicanos esperam - e os democratas temem - que a ameça de Bin Laden vá lembrar aos eleitores indecisos sobre a guerra ao terrorismo, uma das questões na qual o presidente, segundo analistas, leva clara vantagem sobre seu rival. |
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