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Atualizado às: 22 de outubro, 2004 - 17h27 GMT (14h27 Brasília)
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Milhares de pessoas vão ao funeral de líder do Hamas
funeral de Adnan Al-Ghoul
Ghoul era um dos líderes do Hamas e a bandeira do movimento cobriu seu caixão
Milhares de simpatizantes do Hamas foram ao funeral de Adnan Al-Ghoul, um dos líderes do movimento, na Faixa de Gaza.

O Hamas prometeu vingança depois da morte dele, em um ataque aéreo de Israel a seu carro, na quinta-feira à noite.

"Nossa resposta será muito dura e vamos continuar a resistência", disse o líder do Hamas, Ismail Haniya, à multidão.

Alto falantes lideravam os cânticos dos milhares de simpatizantes do Hamas que encheram uma das principais avenidas da Faixa de Gaza.

Mísseis

Ghoul é o mais novo de uma longa linha de líderes do movimento dos anos 1980 a ser eliminado.

Engenheiro e alegadamente um fabricantes de bombas, Ghoul era descrito por Israel como "o pai do míssil Qassam", um dos tipos de mísseis que os militantes em Gaza atiram com freqüência contra Israel.

Acabar com esses mísseis era um dos objetivos declarados de uma grande operação israelense ao norte de Gaza.

Segundo o B'tselem, um grupo israelense de direitos humanos, mais de 175 integrantes de grupos militantes palestinos foram vítimas do que as autoridades israelenses chamam de "assassinatos programados" desde setembro de 2000.

Pelo menos cem palestinos que estavam perto dos locais dos assassinatos também foram mortos nos incidentes, segundo o grupo.

No sul de Gaza, tanques e escavadoras israelenses avançaram 100 metros dentro do campo de refugiados de Rafah, segundo testemunhas.

Perto dessa área, na zona de exclusão ao longo da fronteira com o Egito, um soldado israelense foi morto em uma explosão, na quinta-feira.

Alvo militar

O cortejo fúnebre foi encabeçado por crianças que carregavam grandes bandeiras verdes do movimento, seguidas por militantes e homens armados usando máscaras, segundo o correspondente da BBC em Gaza, Alan Johnston.

Atrás deles, seguiam grandes grupos de simpatizantes.

Eles carregavam o caixão de Adnan Al-Ghoul coberto por uma bandeira do Hamas.

A morte de Ghoul acontece a poucos dias de o Parlamento israelense, o Knesset, votar a proposta do primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, de retirar soldados e colonos da Faixa de Gaza.

O correspondente da BBC em Jerusalém, James Reynolds, disse que Sharon deixou claro que quer destruir o Hamas antes de sair de Gaza.

Israel ocupou Gaza em 1967. O plano de Sharon prevê a saída de 8 mil colonos e dos soldados que os protegem.

Israel manteria o controle das fronteiras de Gaza, da costa e do espaço aéreo, de acordo com o plano, que também prevê a manutenção de operações militares israelenses em Gaza.

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