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Ataque israelense mata número 2 do Hamas em Gaza | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O segundo mais alto líder do grupo Hamas, Adnan Al-Ghoul, foi morto por um míssel israelense na Faixa de Gaza, nesta quinta-feira. Um helicóptero israelense lançou dois mísseis no carro em que Ghoul viajava, matando duas pessoas e ferindo várias. “Este foi mais um crime cometido por sionistas contra alguém da resistência palestina”, disse Musher al-Masri, porta-voz do Hamas. Com a morte de Ghoul, a facção militar do Hamas fica a cargo exclusivo de Mohammed Deif. Vingança Tanto Deif como Ghoul operavam na clandestinidade há anos. Eles escaparam de duas tentativas de assassinato vindas de israelenses em 2003. O ataque desta quinta-feira ocorreu no norte da Cidade de Gaza, quando dezenas de pessoas deixavam uma mesquita após serviços religiosos. Após o ataque, centenas de pessoas se aglomeraram no local, ao lado de bombeiros, guardas e ambulâncias. Eles gritaram slogans anti-israelenses e juraram vingança. Israel não comentou oficialmente o ocorrido, que acontece a dias da votação parlamentar sobre o plano do primeiro-ministro Ariel Sharon de retirada da Faixa de Gaza. Ghoul era considerado o pai do “foguete de Qassam”, o tipo de munição que militantes de Gaza vêm lançando ultimamente contra posições israelenses. O ministro do gabinete palestino, Saeb Erekat, condenou o assassinato, dizendo que ele “reflete a determinação do governo israelense em prosseguir com soluções militares em vez de negociações”. |
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