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Grupo islâmico egípcio condena ataques no país | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O grupo islâmico Al-Gamaa al-Islamiya, responsável pela maior parte da violência no Egito nos anos 90, condenou os ataques à bomba contra turistas israelenses no país. O grupo afirmou que os ataques não têm legitimidade religiosa porque resultaram na morte de muçulmanos, além de mulheres e crianças. O Al-Gamaa al-Islamiya declarou uma trégua em 1998, depois de ser praticamente destruído por forças de segurança. A polícia egípcia está interrogando pelo menos doze beduínos de tribos da região, suspeitos de terem fornecido os explosivos para os ataques ao hotel Hilton, na cidade de Taba e duas explosões menores em um camping da área. Autoridades israelenses suspeitam do envolvimento da rede al-Qaeda nos atentados. Já o Egito diz que ainda é cedo para saber quem cometeu os ataques e está focando suas investigações na identificação dos carros e explosivos usados. Vítimas Equipes de resgate israelenses encerraram as buscas por sobreviventes e corpos de vítimas. Até agora, 33 pessoas morreram, entre elas israelenses, egípcios, rússos e italianos. De acordo com Israel, testes de DNA confirmaram por enquanto a morte de 11 israelenses e seis egípcios. E as últimas vítimas a serem identificadas através do teste foram duas irmãs italianas, Jessica e Sabrina Rinaudo. Israel orientou seus cidadãos a deixarem o Egito e os Estados Unidos e a Alemanha fizeram alertas para que seus cidadãos não viagem para a península do Sinai. |
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