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Bush: 'Saddam era ameaça a ser enfrentada' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que seu governo estava certo ao invadir o Iraque, apesar das confirmações do relatório de inspetores americanos, divulgado na quarta-feira, de que o ex-líder iraquiano Saddam Hussein não possuía armas de destruição em massa. "Eu acredito que os Estados Unidos estão mais seguros hoje com Saddam Hussein na prisão", disse Bush, em Washington. O presidente americano insistiu que Saddam tinha a intenção de produzir armas proibidas. O relatório aumentou o debate sobre as justificativas da invasão do Iraque em 2003. Inteligência Bush admitiu que parte do serviço de inteligência estava "errada" e que esse fato precisa de explicações. Mas ele insistiu que o relatório mostrou que Saddam era uma ameaça porque estava tentando burlar sanções internacionais. "Ele estava fazendo isso com a intenção de recomeçar seu programa de armas quando a atenção do mundo não estivesse voltada ao país", disse ele. "No mundo após o 11 de setembro, ele era uma ameaça que nós precisávamos enfrentar, e os Estados Unidos e o mundo estão mais seguros por causa de nossas ações", adicionou Bush. Segundo o relatório, o Iraque não possuía armas químicas, biológicas ou nucleares quando foi invadido pelos Estados Unidos. O documento também traz a informação de que a capacidade nuclear do Iraque foi praticamente destruída na Guerra do Golfo, em 1991. O relatório afirma, no entanto, que o governo do ex-líder iraquiano Saddam Hussein pretendia infringir as sanções da ONU (Organização das Nações Unidas) e retomar a produção de armas proibidas. |
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