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Aumenta pressão sobre chefe da OEA por suposta corrupção | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O novo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Miguel Angel Rodríguez, está sendo pressionado a responder a acusações de corrupção na Costa Rica, onde foi presidente. O atual líder do país, Abel Pachecho, pediu para Rodríguez voltar ao país e “encarar suas responsabilidades”. Na semana passada, promotores disseram que desejam questionar o ex-presidente sobre uma suposta propina que ele teria recebido da gigante francesa das telecomunicações Alcatel. Rodríguez, que foi presidente da Costa Rica até 2002, nega ter cometido qualquer crime. Investigações Um ex-diretor da empresa de telefones estatal costa-riquenha, José Antonio Lobo, testemunhou que a assinatura de um grande contrato com a Alcatel envolveu suborno. Em uma entrevista para a televisão, Rodríguez, que vive em Washington, disse que o dinheiro recebido por Lobo teria sido um empréstimo pessoal para custear a campanha para o cargo de secretário-geral da OEA. Rodríguez assumiu o cargo no mês passado. Segundo a agência de notícias Associated Press, a Alcatel prometeu colaborar com as investigações. De acordo com o correspondente da BBC em San José, Gilberto Lopes, representantes dos mais diversos setores vieram a público para pedir a Rodríguez que renunciasse de seu cargo na OEA e voltasse ao país para esclarecer melhor os fatos. |
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