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EUA 'sabotaram' libertação de refém britânico, diz irmão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Paul Bigley, irmão do refém britânico que está em poder de militantes no Iraque, disse que os Estados Unidos "sabotaram" a libertação de Kenneth Bigley ao recusar a libertação de uma cientista iraquiana. Paul disse à BBC que havia uma esperança quando ministros iraquianos disseram que ela seria libertada. Mas autoridades americanas foram contra essa medida, alegando que não cederiam aos seqüestradores. Mesmo assim, o ministro do Exterior da Grã-Bretanha, Jack Straw, disse que seu governo não irá negociar com militantes islâmicos que estão ameaçando matar Kenneth Bigley. Vídeo Foi a primeira reação oficial das autoridades em Londres depois da divulgação de um vídeo por um site árabe em que o refém fez um apelo ao primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair, para que sua vida fosse poupada. Straw disse que Bigley foi colocado em uma situação terrível por homens de má índole, mas que isso não irá mudar a posição do governo britânico. Kenneth Bigley apareceu num vídeo na quarta-feira apelando para que o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, salvasse sua vida. Dois colegas americanos de Bigley, capturados com ele na semana passada, já foram mortos pelos seqüestradores. Sua esposa, que é tailandesa, fez, logo em seguida, um apelo aos seqüestradores, pedindo misericórdia. "Meu marido, Ken, é um homem trabalhador comum que tentou ajudar as pessoas no Iraque, onde ele fez muitos amigos. Como esposa carinhosa, eu suplico mais uma vez por misericórdia", disse Sombat Bigley. O governo iraquiano insistiu nesta quinta-feira que não libertaria as duas cientistas detidas, apesar de ter dito que iria fazê-lo um dia antes. Os grupos militantes Tawhid e Jihad, coordenados por Abu Musab Al-Zarqawi (suspeito de participar da Al-Qaeda), ameaçaram mater Bigley se os Estados Unidos e a Grã-Bretanha não libertassem as cientistas. Entretanto, eles nunca se referiram especificamente às cientistas, apenas a "mulheres detidas". |
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