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Atualizado às: 15 de setembro, 2004 - 16h47 GMT (13h47 Brasília)
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Conflitos no Iraque deixam pelo menos 13 mortos
Mike Jackson
Mike Jackson diz que as eleições no Iraque não serão adiadas
Conflitos entre insurgentes e forças lideradas pelos Estados Unidos deixaram pelo menos 13 mortos no Iraque nesta quarta-feira.

Na cidade de Ramadi, dez iraquianos morreram e seis ficaram feridos. Na mesma região, um fuzileiro naval americano também morreu.

Ao sul de Bagdá, duas pessoas morreram em um ataque a bomba em um posto de controle em Suwayra.

Também nesta quarta-feira, três corpos decapitados foram encontrados em uma estrada ao norte de Bagdá, segundo informações de forças iraquianas e americanas.

Tatuagens

Eles foram descobertos por oficiais da Guarda Nacional do Iraque - enrolados em sacolas de nylon - perto de Dijiel, a cerca de 40 km da capital do país.

Os corpos, todos de homens, ainda não foram identificados.

De acordo com a polícia iraquiana, os mortos traziam tatuagens com inscrições em árabe ou turco.

Militares americanos dizem que os corpos parecem ser de árabes, mas a agência de notícias Reuters disse que as forças de segurança iraquianas acreditam que os homens eram estrangeiros.

"Os corpos estavam irreconhecíveis e parecia que eles haviam sido assassinados há dias", afirmou o coronel Hameed Ahmed à agência de notícias AFP.

Há informações de que as cabeças foram encontradas amarradas na parte posterior dos corpos.

O chefe do Exército britânico, Mike Jackson, disse que as eleições no Iraque, marcadas para janeiro de 2005, devem acontecer apesar dos conflitos no país.

Jackson está discutindo a situação no país com comandantes militares americanos. Ataques na terça-feira deixaram 70 pessoas mortas.

Esforço

Segundo Mike Jackson, a votação acontecerá se for feito o "esforço necessário".

O militar também negou a informação de que soldados britânicos estariam com medo de tiroteios porque temem atingir civis e serem processados.

Na última semana, um soldado britânico teve de responder a acusações de assassinato de um iraquiano.

"Corremos o perigo de criar uma cultura no Exército em que soldados não querem atirar porque temem errar e ser processados", chegou a dizer um outro militar.

Mas Jackson declarou que "os soldados britânicos estão usando as armas dentro das regras e sem qualquer medo".

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