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Ataque liderado pelos EUA deixa 16 mortos em Falluja | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 16 pessoas, incluindo mulheres e crianças, foram mortas nesta segunda-feira em um ataque conjunto de forças americanas e iraquianas contra militantes na cidade de Falluja, de acordo com fontes de hospitais locais. Segundo testemunhas, tropas americanas bombardearam diversos distritos da região e, em seguida, aviões de combate abriram fogo contra alvos apontados como redutos de militantes extremistas. O comando militar americano disse que a operação foi direcionada contra os membros de um grupo ligado à organização Al-Qaeda. A cidade de Falluja, no centro do Iraque, é amplamente controlada por rebeldes contrários ao governo interino iraquiano. O ataque ocorreu após a morte de pelo menos 60 pessoas em intensos combates entre soldados das forças lideradas pelos Estados Unidos e rebeldes iraquianos durante o domingo. Zarqawi "Fontes de inteligência relataram a presença de diversos seguidores importantes de (Abu Musab) Zarqawi, que foram responsáveis por numerosos ataques terroristas contra civis iraquianos, forças de segurança iraquianas e forças multinacionais", disse um comunicado do comando americano. "As forças de segurança iraquianas e as forças multinacionais atingiram de forma efetiva e exata esses terroristas e protegeram as vidas de civis inocentes", acrescentou o texto. Os Estados Unidos acusam Zarqawi, chefe do movimento Tawhid e Jihad, de liderar as operações da Al-Qaeda no Iraque e de organizar uma série de atentados e ataques com carros-bomba. De acordo com um repórter da agência de notícias francesa AFP, pelo menos uma casa foi destruída por um míssil americano e outras duas foram parcialmente atingidas. Em meio aos últimos episódios de violência no Iraque, diversos jornais europeus publicam nesta segunda-feira uma entrevista em que o primeiro-ministro iraquiano, Ayad Allawi, comenta a perspectiva de eleições no país. Na entrevista concedida em Bagdá, Alawi afirmou que quer a realizações das eleições em janeiro, mesmo se a constante violência no país impedir que algumas pessoas consigam votar. |
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