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Sharon reforça ameaça de expulsar Arafat | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, voltou a afirmar que que o seu país pode expulsar o líder palestino, Yasser Arafat, dos territórios palestinos quando achar que isso representa o interesse israelense. Em entrevista ao jornal israelense Yediot Ahronot, Sharon disse que não pode ver qualquer diferença entre Arafat e diversos líderes do grupo militante palestino Hamas mortos por Israel. "Agimos contra Ahmed Yassin e (Abdel Azis) Rantissi e muitos outros assassinos no momento que consideramos que era apropriado", disse Sharon. "Em relação à expulsão de Arafat, vamos agir de acordo com o princípio de que vamos fazer quando for conveniente para nós." Os Estados Unidos deixaram claro várias vezes que se opõem à expulsão de Arafat. Ataque suicida Os comentários de Sharon foram feitos em meio ao duro debate sobre os planos dele de retirada de assentamentos israelenses da Faixa de Gaza. Na segunda-feira, o Partido Nacional Religioso, de direita, decidiu adiar a decisão de deixar a coalizão que governa Israel por causa do plano. O partido é o que tem maior ligação com o movimento dos assentamentos no Parlamento israelense. Já na Cisjordânia, o exército israelense disse que um palestino suicida em uma bicicleta se explodiu em uma barreira militar, nesta terça-feira. Dois soldados israelenses foram feridos na explosão que ocorreu em uma barreira nos arredores da cidade de Qalqilya. Na segunda-feira, os israelenses mataram um graduado militante palestino e dois outros durante um ataque com mísseis, na Cisjordânia. A Brigada dos Mártires Aqsa, grupo militante ligado à facção de Arafat, Fatah, da Organização para Libertação da Palestina (OLP), disse que vingaria os assassinatos. |
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