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Milhares protestam contra plano de Sharon em Israel | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Milhares de colonos judeus e seus aliados realizaram um grande protesto neste domingo em Jerusalém contra os planos de retirar assentamentos na Faixa de Gaza e partes da Cisjordânia. Segundo a agência de notícias France Presse, cerca de mil policiais foram mobilizados para garantir a segurança do evento, já que se temiam atos de violência durante o protesto. Os manifestantes acusam o primeiro-ministro Ariel Sharon de agir de forma ditatorial ao tentar retirá-los da Faixa de Gaza e da Cisjordânia. Sharon acusou alguns de seus oponentes da extrema direita de estar tentando fomentar uma guerra civil. Viagem Milhares de pessoas que viajaram para Jerusalém para participar do protesto primeiro foram rezar no Muro das Lamentações. A maioria dos manifestantes era formada por judeus ortodoxos e muitos eram adolescentes, de acordo com a agência de notícias Associated Press. Sharon quer levar em frente a medida apesar da oposição de seu partido, o Likud. O correspondente da BBC em Jerusalém James Reynolds diz que já há quem compare o atual clima político em Israel com o do final de 1995, quando ativistas de extrema direita promoveram uma agressiva campanha contra o então primeiro-ministro Yitzhak Rabin e seus esforços em busca de um acordo de paz. Rabin acabou sendo assassinado por um extremista. |
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