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Bush enfatiza em campanha criação de empregos nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que a melhora no ritmo de criação de empregos nos Estados Unidos em agosto é uma evidência de que as medidas econômicas adotadas pelo seu governo estão funcionando. Bush enfatizou os números durante campanha em três Estados importantes para a eleição americana – Pensilvânia, Wisconsin e Ohio. Mas John Kerry, seu oponente democrata nas eleições presidenciais de novembro, disse que o número de novos empregos criados ficou muito aquém do necessário para o país. Segundo dados do Departamento do Trabalho, foram criadas 144 mil vagas em agosto, e o índice de desemprego caiu 0,1%, chegando a 5,4%, seu nível mais baixo em quase três anos. Em campanha em Ohio, Kerry disse que os números eram menores dos que os previstos pelos economistas, sinal de que Bush não estaria conseguindo criar o número de empregos necessários. Imprensa Uma pesquisa de opinião feita pela revista The Time mostra uma maior vantagem de Bush sobre Kerry nas intenções de votos dos americanos. A pesquisa, realizada esta semana durante a Convenção Republicana, dá a Bush uma vantagem de 11% em relação a Kerry. Para o correspondente da BBC em Washington Jill McGivering, parte da vantagem de Bush poderia ser explicada pela intensa cobertura da Convenção pela mídia. As pessoas que participaram da pesquisa deram melhores notas para Bush em questões cruciais, como forte liderança e maneira de lidar com a "guerra ao terror". No entanto, analistas alertam que pesquisas individuais podem ser enganosas e que é muito difícil saber por quanto tempo a euforia pós-Convenção vai durar. |
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