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Israel invade campo de refugiados em Gaza | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército israelense entrou com tanques e buldôzeres no campo de refugiados palestinos de Khan Younis, em Gaza, e demoliu várias casas no local. As tropas teriam cercado alguns prédios de apartamentos que ficavam próximos ao assentamento judaico de Nave Dekalim e exigiram que as famílias palestinas deixassem o local. Um comandante israelense disse que a operação tinha o objetivo de impedir de militantes continuassem usando os prédios para atirar contra alvos judeus. Durante a operação, um helicóptero lançou um míssil contra um grupo de pessoas no campo de refugiados, deixando pelo menos cinco palestinos feridos. Ataques Na terça-feira, 16 pessoas morreram e mais de cem ficaram feridas após dois atentados suicidas quase simultâneos a dois ônibus em Beersheva, no sul de Israel. O Hamas, o principal grupo responsável por atentados suicidas em Israel, assumiu a autoria das explosões. Na primeira reação imediata aos ataques, o Exército de Israel demoliu uma casa em Hebron, na Cisjordânia, que pertenceria a um dos suicidas de Beersheva. Depois do atentado, o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, declarou que "a luta contra o terrorismo vai continuar com toda a força". |
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