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Levantador de peso da Hungria perde prata por doping | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O levantador de pesos húngaro Ferenc Gyurkovics – medalha de prata na categoria até 105 quilos – foi expulso das Olimpíadas de Atenas por doping. As autoridades olímpicas decidiram afastar o atleta dos Jogos depois que o exame antidoping comprovou a presença da substância proibida oxanfrolone no corpo de Gyurkovics. A lutadora porto-riquenha Mabel Fonseca – a quinta colocada na categoria feminina até 55 quilos – também foi expulsa das Olimpíadas por doping. O exame dela acusou a presença do esteróide estanozolol, também proibido. Com os últimos resultados, o número de casos de doping em Atenas chegou a 20. O recorde, até este ano, eram 12 casos em Los Angeles, no ano de 1984. O teste pós-competição de Gyurkovics apontou a presença do esteróide proibido e, conseqüentemente, os medalhistas na categoria serão outros. Dessa forma, o ucraniano Igor Razoronov ficou com a prata, e o russo Gleb Pisarevskiy conquistou o bronze. A substância encontrada nas amostras de Mabel Fonseca é facilmente detectada pelos exames atuais. O diretor da Agência Mundial Antidoping, Dick Pound, afirmou que, por isso mesmo, os usuários de estanozolol sofrem de "arrogância completa ou estupidez". Essa foi a substância encontrada no caso do atleta canadense Ben Johnson em Seul, em 1988, quando ele perdeu a medalha de ouro e o recorde mundial nos 100 m rasos. |
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