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Doping não está arruinando os Jogos, diz COI | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Representantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) insistiram que os resultados de exames antidoping em Atenas não estão arruinando os Jogos. Até o momento, dois campeões olímpicos perderam suas medalhas, e sete atletas foram pegos em testes que detectam a presença de substâncias proibidas. Três outros competidores, incluindo o velocista grego Kostas Kenteris, desistiram de participar da Olimpíada após não comparecerem aos exames. "Precisamos analisar os casos em perspectiva. Há 10.500 atletas nos Jogos e muitos sucessos", disse Giselle Davies, porta-voz do COI. "Até agora, tivemos sete testes que deram positivo e três violações. Em Sydney, o total foi de 11", acrescentou ela. Números Davies também revelou que já era esperado que mais casos de doping acontecessem em Atenas, já que o número de exames realizados aumentou em 25% com relação aos Jogos de Sydney. "O COI não ficaria surpreso se mais casos aparecessem", disse ela. Na terça-feira, o campeão de arremesso de disco Robert Fazekas, da Hungria, perdeu a medalha de ouro depois de tentar trocar a amostra de urina em seu exame antidoping. Irina Korzhanenko, da Rússia, também perdeu o ouro no arremesso de peso. Até agora, 2.015 dos 3 mil testes previstos pelo COI já foram realizados. "O COI está determinado em sua luta contra o doping. Essa luta é uma prioridade", disse Davies. |
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