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EUA investem US$ 90 mi na proteção de aviões comerciais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos pagou US$ 90 milhões (R$ 266 milhões) a duas empresas de segurança para desenvolver sistemas que protejam aeronaves comerciais de ataques com bazucas e lança-foguetes. A empresa britânica BAE Systems e a Northrop Grumman, de Illinois, receberão US$ 45 milhões (R$ 133 milhões) cada. Segundo o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, a tecnologia de defesa existente é muito cara para ser usada em aviões civis. A United Airlines está fazendo uma pesquisa similar, mas as autoridades americanas estão mais avançadas no projeto – em 18 meses, as duas companhias terão que apresentar seus resultados. Folhas metálicas Tiros de bazuca e lança-foguetes são vistos como uma ameaça potencial a aviões comerciais, já que as armas estão amplamente disponíveis no mercado e são fáceis de serem manejadas. Elas foram usadas em um ataque fracassado em um avião de turismo no Quênia, no ano passado. A ameaça levou as autoridades britânicas a estudarem como aperfeiçoar a segurança em torno do aeroporto de Heathrow. Aeronaves militares e aviões reservados a chefes de Estado podem usar folhas metálicas para confundir os sistemas de direção dos mísseis. Mas o custo de usar tal tecnologia em vôos civis nos Estados Unidos seria muito alto, disse Penrose Albright, secretária-assistente para Ciência e Tecnologia dos EUA. |
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