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Vaticano proíbe bispo envolvido em escândalo sexual de falar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um investigador enviado pelo Vaticano para apurar um escândalo sexual em um seminário na Áustria proibiu o bispo local de falar com a imprensa. Klaus Kueng, encarregado da investigação pelo papa João Paulo 2º, disse que a ordem de silêncio foi necessária para minimizar os danos causados pelo escândalo. Fotografias publicadas pela imprensa austríaca mostram clérigos do seminário em Sankt Poelten beijando e acariciando alunos. O bispo de Sankt Poelten, Kurt Krenn, irritou muitos austríacos ao descrever os incidentes como "armações". O diretor do seminário e seu assistente pediram demissão, mas o bispo Krenn continua a resistir pedidos para que também renuncie a seu cargo. |
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