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Atualizado às: 27 de julho, 2004 - 09h26 GMT (06h26 Brasília)
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Grupo de 200 norte-coreanos foge para Seul
Refugiados norte-coreanos
Os refugiados foram recebidos por oficiais do governo em Seul
Mais de 200 refugiados da Coréia do Norte chegaram à Coréia do Sul, vindos de um terceiro país identificado apenas como sendo "do sudeste asiático".

Esse foi o maior grupo de desertores a chegar em Seul, e outros 200 são esperados para os próximos dias.

Eles aparentemente fugiram da Coréia do Norte para a China, e o governo da Coréia do Sul ofereceu ajuda quando um outro país, que pode ser o Vietnã, ameaçou mandá-los de volta.

Os refugiados chegaram a Seul pelo aeroporto militar de Sungnam em um vôo fretado pelo governo sul-coreano.

Capitalismo

Os desertores seriam interrogados por agências de segurança do governo, principalmente para garantir que não há espiões entre eles e confirmar que eles de fato são norte-coreanos que deixaram o país, e não norte-coreanos que moravam na China - o que os tornaria imigrantes econômicos.

Após esse processo, eles receberão aulas para se adaptar à vida capitalista do Sul.

Segundo a mídia sul-coreana, Seul vem tentando fazer essa transferência desde maio, quando recebeu queixas do país que estava abrigando os refugiados.

A Coréia do Sul ainda estimula desertores a deixar a Coréia do Norte, mas, como os dois países estão tentando estreitar suas relações, o governo sul-coreano não quer contrariar o governo do Norte.

Cerca de mil pessoas chegam à Coréia do Sul todos os anos, vindas do Norte, mas normalmente os grupos são pequenos, com cerca de três ou quatro pessoas.

Segundo dados oficiais, o número de refugiados tem aumentado nos últimos anos. Nos seis primeiros meses de 2004, 760 norte-coreanos chegaram a Seul.

A maioria dos refugiados fogem da Coréia do Norte via China, que se recusa a dar a eles o status de refugiado e os considera migrantes economicamente ilegais.

As duas Coréias permanecem tecnicamente em guerra, já que o conflito ocorrido entre 1950 e 1953 terminou com uma trégua e não com um acordo de paz.

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