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Órgão regulador mantém proibição da caça à baleia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os países-membros da Comissão Baleeira Internacional (CBI), reunidos na Itália, decidiram nesta quinta-feira estender a proibição à caça comercial das baleias. A proibição, que foi estabelecida em 1986, vem sendo contestada por alguns dos países da organização, especialmente Japão, Noruega e Islândia. Embora tenha mantido a proibição da caça, a comissão decidiu que irá iniciar discussões sobre um plano para o gerenciamento das populações de baleias, apoiado pelos países pró-caça. A decisão não agradou grupos ambientalistas, que alegam que a adoção de novas regras equivaleria a acabar com a proibição da caça comercial. Proposta Os países favoráveis à retomada da caça comercial alegam que as populações de baleias já se recuperaram o suficiente depois de 18 anos protegidas, de forma que a caça poderia ser retomada. A decisão da Comissão Baleeira Internacional ocorreu ao final de quatro dias de reunião em Sorrento, na Itália, que foram marcadas pela divisão entre os países a favor e contrários da volta da caça comercial. Durante o encontro, os países pró-caça propuseram a adoção do plano de gerenciamento, que estabelece um período de cinco anos em que a caça comercial da baleia só seria permitida em águas costeiras, e a adoção de medidas para assegurar que as cotas de caça não seriam desrespeitadas. A resolução final do encontro não prevê que o plano seja votado na reunião do ano que vem da CBI - mas apenas que o plano seja a base de discussões sobre o gerenciamento da pesca. O Japão ameaçou durante a reunião se retirar da CBI caso novas regras para a caça à baleia não sejam adotadas até o ano que vem. |
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