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Seguranças armados para atletas são vetados nas Olimpíadas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Grécia informou que equipes que vão participar dos Jogos Olímpicos não terão permissão para levar seus próprios seguranças armados para a competição em Atenas. O ministro da Ordem Pública disse que chefes de Estado podem ser acompanhados por guardas armados, mas apenas a Grécia pode fornecer proteção aos atletas estrangeiros. "Líderes, presidentes, reis são uma coisa. Atletas são outra", disse o ministro George Voulgarakis. "É responsabilidade exclusiva da Grécia dar proteção aos atletas", afirmou. Acordo Uma reportagem do jornal americano New York Times afirma que a Grécia fechou um acordo tácito com os Estados Unidos para permitir que agentes armados americanos atuem como guarda-costas para seus atletas. Voulgarakis negou que esse acordo tivesse sido feito. "As autoridades gregas têm responsabilidade exclusiva sobre isso e fizeram tudo humanamente possível para que os jogos aconteçam num ambiente seguro e pacífico", disse. Em maio, o governo grego disse que providenciaria proteção armada ininterrupta para atletas americanos, britânicos e israelenses, considerados em risco durante os Jogos Olímpicos. A Grécia está organizando a maior operação de segurança na história das Olimpíadas, gastando US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões) e utilizando 40 mil policiais, seguranças e militares. A Constituição da Grécia proíbe que estrangeiros carreguem armas em solo grego. |
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