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Grécia lança operação de R$ 3,7 bi para proteger Olimpíadas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Milhares de membros das forças de segurança da Grécia estão tomando postos em Atenas e em outras cidades do país nesta quinta-feira. A medida marca o início da grande operação para garantir a segurança durante os Jogos Olímpicos, que começam em meados de agosto. Praças esportivas e outros edifícios importantes para os Jogos serão gradualmente interditados nas próximas semanas, para que sejam feitas varreduras à procura de explosivos. Após anos de planejamento e treinamento, a maior operação de segurança da história das Olimpíadas, com custo estimado em até 1 bilhão de euros (cerca de R$ 3,7 bilhões), está agora sendo implementado. Vila Olímpica Quase 40 mil policiais e agentes da guarda costeira, além de milhares de soldados, protegerão os principais ginásios e estádios, a Vila Olímpica, o porto de Pireus e outros potenciais alvos de ataques terroristas. Também está sendo ampliado em todo o país o número de patrulhas marítimas e aéreas. Não está claro ainda, porém, quando serão feitas as varreduras dos locais onde se darão as competições. Trata-se de uma parte importante da operação, quando o acesso aos locais será totalmente controlado e especialistas com cães farejadores e equipamento de alta tecnologia vão procurar por eventuais bombas. Autoridades do governo grego dizem que todas essas atividades terão sido completadas até metade de julho. Mas, por exemplo, no principal complexo olímpico ainda há muita construção em andamento, com caminhões enormes entrando e saindo constantemente. E não há uma cerca isolando a área. De acordo com autoridades das Olimpíadas contatadas pela BBC, o complexo não será fechado e checado até dias antes da cerimônia de abertura. |
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