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Atualizado às: 01 de julho, 2004 - 20h27 GMT (17h27 Brasília)
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Conflitos matam até 18 pessoas no Iraque
Ataque em Fallujah
Moradores disseram que o ataque aéreo fez o lado oriental tremer
Um ataque em Bagdá ao comboio que transportava um oficial do Ministério das Finanças e seus funcionários deixou dois mortos, nesta quinta-feira.

O funcionário do ministério ficou gravemente ferido e foi levado a um hospital.

No norte do Iraque, na cidade de Mosul, um soldado dos Estados Unidos morreu e dois ficaram feridos também em um ataque a um comboio, de acordo com um porta-voz das forças americanas.

E na primeira incursão dos militares americanos desde a transição de poder no Iraque, um suposto esconderijo de militantes foi atacado em Falluja.

Pelo ar

Pelo menos quatro pessoas teriam morrido e dez ficado feridas após a explosão que, segundo moradores da região, fez a região leste da cidade tremer.

O porta-voz das forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos no Iraque, general Mark Kimmitt, disse que pelo menos 15 pessoas teriam morrido após o ataque aéreo.

De acordo com Kimmitt, o ataque aconteceu em um esconderijo de membros de grupos liderados por Abu Musab Al-Zarqawi, da Al-Qaeda.

"Acreditamos que entre dez e 15 pessoas tenham morrido, e nossa primeira impressão é que eles eram militantes estrangeiros", disse o general à agência de notícias AFP.

Autoridades americanas acusam Al-Zarqawi de planejar uma série de ataques contra a coalizão liderada pelos Estados Unidos no Iraque.

Na quarta-feira, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell, aumentou a recompensa para quem der informações que levem à prisão de Zarqawi, de US$ 10 milhões para US$ 25 milhões (cerca de R$ 76,9 milhões).

Abuso

Ainda nesta quinta-feira, em uma cerimônia na principal base militar no Iraque, o general Ricardo Sanchez deixou o cargo de chefe das tropas americanas no país.

Ele será substituído pelo general George Casey.

O governo Bush negou que a saída de Sanchez esteja relacionada com o escândalo de abuso de prisioneiros no Iraque.

Mas analistas dizem que o inquérito sobre os maus-tratos a detentos fez com que a liderança de Sanchez fosse questionada.

Iraque Pós-Saddam
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