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Monges budistas querem registrar marca Shaolin | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os monges guerreiros do templo de Shaolin, na China, estão tentando registrar o nome do santuário em mais de 80 países, segundo informações da imprensa estatal chinesa. Famosos por suas habilidades nas artes marciais, os monges querem conter o uso da sua imagem e de seu nome para vender produtos, desde cerveja até pneus. Eles afirmam que, só na China, já existem 54 firmas e templos "falsos" que utilizam o nome Shaolin. "Isso tudo não tem nada a ver com o templo Shaolin em Songshan, na província da Henan", disse Shi Yongxin, abade do templo budista. Patrimônio Além de servir de inspiração para dezenas de filmes americanos do gênero kung-fu, os monges já encantaram platéias de todo o mundo com suas demonstrações de agilidade e equilíbrio. Mas Shi afirma que eles serão cuidadosos para não enfrentar o problema inverso quando se apresentarem no exterior. "Não poderemos apresentar o kung-fu Shaolin fora do país sob o risco de algum detentor da marca nos acusar de violação", afirmou o abade. O templo de 1,5 mil anos pediu à Unesco para ser reconhecido como patrimônio histórico, mas isso não impede o uso em produtos ou a reprodução do santuário, como já se vê nos Estados Unidos e na Europa. |
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