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Arafat propõe trégua 'olímpica' a Israel | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, propôs um cessar-fogo a Israel durante os Jogos Olímpicos que serão realizados na Grécia, em agosto. Arafat fez a proposta durante a cerimônia de acendimento simbólico da tocha olímpica em seu quartel-general em Ramallah, na Cisjordânia. "Nós esperamos que o resgate da antiga e nobre tradição grega ajude na criação de um mundo que goze de paz, justiça e segurança para as futuras gerações", afimou Arafat, ao acender a tocha. Na Grécia antiga, as hostilidades eram interrompidas durante os Jogos para proteger atletas e espectadores. Israel Segundo a agência de notícias Associated Press, um representante do governo israelense descartou a proposta, qualificando-a de "insincera". O representante lembrou o atentado realizado por militantes palestinos nas Olimpíadas de 1972, na Alemanha, em que 11 atletas e técnicos israelenses foram mortos. Embora não exista um Estado Palestino reconhecido, atletas palestinos podem participar das Olimpíadas como representantes da nação. De fato, neste ano, a arremessadora de dardo grega Sofia Sakorafa, que quebrou o recorde feminino da modalidade em 1982, deverá fazer parte da equipe palestina. A Autoridade Palestina também vai enviar dois corredores, um nadador e um boxeador para os Jogos. |
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