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Ataque afeta exportação de petróleo do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro do Petróleo, Thamir Ghadbhan, disse que as exportações de petróleo do Iraque através de um importante oleoduto no sul de Basra, na principal rota de exportação iraquiana, foram praticamente interrompidas por causa de sabotagem. Segundo ele, explosões na segunda-feira danificaram o oleoduto. Técnicos dizem que reparos devem demorar cerca de dez dias e devem custar cerca de US$ 60 milhões (cerca de R$ 190 milhões) por dia. Um correspondente da BBC em Bagdá disse que, nos últimos meses, dezenas de ataques foram feitos contra oleodutos, mas este pode ser considerado o mais sério. Comerciantes dizem que as exportações caíram dois terços. Perdas No último ataque ao oleoduto de Basra, as exportações caíram para um milhão de barris por dia por duas semanas. O terminal de Basra, junto com o de Khor al-Amaya, exporta cerca de 1,6 milhão de barris por dia. De acordo com o primeiro-ministro iraquiano, Iyad Allawi, ataques a oleodutos já custaram mais de US$ 200 milhões ao Iraque nos últimos sete meses. Recentemente, Allawi culpou militantes estrangeiros que se opõem à recuperação do Iraque pelos ataques. Segundo a Agência Internacional de Energia, a produção de petróleo no Iraque em maio foi de 2,1 milhões de barris por dia. |
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