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Petrobras enfrenta pressão em política de preços, diz 'FT' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A edição desta segunda-feira do jornal britânico Financial Times traz uma reportagem sobre a política de preços da Petrobras no mercado interno. De acordo com o diário, a petrolífera está sofrendo crescente pressão de investidores para aumentar o preço da gasolina e de óleo diesel no Brasil. A pressão, afirma o jornal, se deu após o petróleo ter atingido uma alta recorde na semana passada. De acordo com o FT, o fato de a Petrobras não ter feito reajustes significativos desde abril do ano passado "reforça a impressão generalizada de que ela está praticando controle de preços para ajudar o governo a atingir suas metas inflacionárias". Segundo analistas ouvidos pelo jornal, a Petrobras estaria vendendo gasolina e óleo diesel em suas refinarias com descontos de, respectivamente, 30% e 7%. O diário britânico diz que as refinarias da Petrobras mantém um semi-monopólio no Brasil. Segundo o jornal, "acredita-se que seus preços abaixo dos valores de mercado representam uma competição injusta e capaz de afugentar investidores". Evangélicos O Los Angeles Times traz uma reportagem intitulada: "Movidos pelo Espírito de Governar". O texto comenta que no Brasil e em outros países majoritariamente católicos da América Latina, "a política se tornou um terreno fértil para evangélicos". O diário americano traz uma entrevista com o deputado Adelor Vieira, do PMDB de Santa Catarina, da bancada evangélica do Congresso. O Los Angeles Times afirma que outros latino-americanos, "assim como Vieira", estão saindo das igrejas e entrando para o mundo secular da política. Mas o jornal destaca que, diferentemente dos evangélicos que ingressaram na política nos Estados Unidos, os brasileiros não são de extrema-direita. O diário cita o deputado Walter Pinheiro, do PT da Bahia, que identificando-o como um político "mais inclinado a idéias radicais socialistas". Dia D Os principais jornais europeus destacam a celebração dos 60 anos do Dia D, na Normandia, na França. A data, celebrada neste domingo, marcou o início da vitória das forças aliadas contra a Alemanha nazista. O francês Libération fala dos "reconciliados pelo 6 de junho". Segundo o jornal, a presença na celebração do chanceler alemão, Gerard Schroeder, deu um "significado histórico" para o evento e também possibiliou a reaproximação entre os presidentes George W. Bush, dos Estados Unidos, e Jacques Chirac, da França. O Frankfuter Allgemeine Zeitung, da Alemanha, destaca o discurso feito por Schroeder durante o evento. O chanceler alemão afirmou que o fato de ele ter sido convidado ao evento mostra que o período do pós-guerra acabou de vez. Segundo o diário, "se o período do pós-guerra acabou, a ordem no qual ele se inseria também está obsoleta". Por conta disso, afirma o jornal, "não há mais razão pela qual a Alemanha não possa receber uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU". |
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