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Iraque anuncia acordo para dispersar milícias | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro interino do Iraque, Iyad Allawi, afirmou ter chegado a um acordo para dispersar as milícias que se opunham a Saddam Hussein. Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, Allawi afirmou que cerca de 100 mil militantes terão a opção de se juntar às forças de segurança do país ou retomar a vida civil dentro dos próximos meses. O pacto, no entanto, não inclui a milícia Mehdi, leal ao líder religioso radical xiita Moqtada Al-Sadr, que vem enfrentando as tropas lideradas pelos Estados Unidos em cidades sagradas do Iraque. Nove facções políticas, a maioria delas representada no gabinete interino de Allawi, concordaram em dissipar suas milícias até janeiro de 2005, quando devem ocorrer as eleições no Iraque. Entre elas, estão as milícias curdas Peshmerga e as Brigadas Badr do Conselho Supremo para a Revolução Islâmica no Irauqe, um grupo xiita. 'Firmeza' "Como todos nós sabemos, todas as forças armadas fora do controle do governo são ilegais", disse Allawi. "Aqueles que escolherem a violência e a ilegalidade em vez da transição e da reintegração serão conduzidos com firmeza." A correspondente da BBC em Bagdá Caroline Hawley disse que o anúnciou foi preparado para sinalizar a intensão do novo governo de pressionar os militantes. Ainda nesta segunda-feira, uma mesquita em Kufa foi atingida por explosões, perto do local onde forças americanas entraram em confronto com militantes xiitas. |
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