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Chirac diz confiar em aprovação de resolução do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da França, Jacques Chirac, manifestou sua confiança de que uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Iraque será adotada nos próximos dias. Chirac disse ter esperança de que a resolução convenceria os iraquianos de que o futuro do país estava nas mãos deles. Ele fez essas declarações depois de conversas com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Bush disse que as tropas lideradas pelos Estados Unidos permaneceriam no Iraque depois da transferência de soberania em 30 de junho. Chirac disse que a posição deles precisa ser esclarecida na resolução. Diferenças A França, que se opôs à guerra no Iraque, tem poder de veto de qualquer resolução. O correspondente da BBC Stephen Sackur disse que os dois presidentes se esforçaram para sublinhar sua concordância em um grande número de assuntos mundiais e minimizar suas diferenças em relação ao Iraque. O Conselho de Segurança da ONU está avaliando a terceira proposta de resolução – apresentada pelos Estados Unidos e pela Grã-Bretanha – que reconhece o governo interino do Iraque e apóia a presença militar multinacional no país. A França, a Rússia e a China – os três têm poder de veto no Conselho de Segurança – estão muito interessados em que seja fixado um calendário para a retirada das tropas lideradas pelos Estados Unidos. Céticos Bush está na França para participar das comemorações dos 60 anos do Dia D, quando as tropas aliadas desembarcaram na Normandia para lutar contra os nazistas, na Segunda Guerra Mundial. O correspondente da BBC Tim Franks diz que alguns dentro do governo Bush acreditam que as comemorações são uma ocasião para lembrar aos aos europeus que estão céticos em relação à política americana da dívida histórica deles para com os Estados Unidos. Bush chegou a Paris neste sábado, depois de uma visita a um de seus aliados mais entusiasmados, o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi. O presidente americano enfrentou palavras duras do papa João Paulo 2º, que condenou a guerra no Iraque. |
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