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Atualizado às: 03 de junho, 2004 - 13h03 GMT (10h03 Brasília)
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Jornais argentinos se rendem ao talento de Ronaldo
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Os jornais argentinos se renderam ao talento de Ronaldo, o autor dos três gols brasileiros na vitória sobre a seleção da Argentina em jogo válido pelas eliminatórias da Copa, em Belo Horizonte.

O La Nación, com o título "Um fenômeno que só quer se divertir", faz a crônica do jogo dizendo que Ronaldo demonstrou que seu peso não tem nada a ver com os quilos a mais: "ele simplesmente foi decisivo no clássico", diz o jornal.

O Clarín fala da grande diferença que fez um Ronaldo brilhante e diz: "foi Ronaldo demais para a Argentina". Segundo o jornal, mesmo nos pênaltis, deu a lógica, porque além de o Brasil ter o melhor jogador - Ronaldo -, também contou com outros três que fizeram a diferença: Kaká, Juninho Pernambucano e Zé Roberto.

Já o diário esportivo Olé preferiu estampar a manchete "O que importa é o tênis". O Olé afirma que não se discute a legitimidade da alegria brasileira no futebol, e pergunta: "Mas não terá sido demais três pênaltis?". Já no tênis, o jornal diz que David Nalbandian brilhou na vitória sobre Gustavo Kuerten em Roland Garros.

Assim como os outros jornais argentinos, ele destaca o fato de que o país tem três tenistas nas semi-finais masculinas, e uma na semi-final feminina do torneio francês.

Cigarro

Na Grã-Bretanha, o The Independent traz uma reportagem de capa em que diz que a empresa de cigarros British American Tobacco, que atua em 130 países, incluindo o Brasil, está testando cigarros com sabor de chocolate, baunilha e vinho, para tentar atrair consumidores mais jovens.

Segundo o jornal, a empresa está fazendo testes em animais no Canadá. O The Independent entrevistou ativistas anti-fumo, que se disseram chocados com a novidade.

"Esses são o tipo de ingrediente que podem tornar os cigarros mais atraentes para crianças", disse Deborah Arnott, diretora do Action on Smoking and Health.

A British American Tobacco, ouvida pelo jornal, disse que está fazendo os testes para saber se esses cigarros têm efeitos sobre a saúde diferente daqueles dos cigarros convencionais.

Dia D

O Berliner Zeitung, da Alemanha, afirma que Paris e Berlim não podem se permitir rejeitar a resolução que Estados Unidos e Grã-Bretanha apresentaram à ONU sobre o Iraque.

Depois de França, Alemanha e Espanha terem pedido emendas ao rascunho da resolução, o jornal diz que "a Europa não pode ficar de lado no que provavelmente é a última tentativa de retomar o controle e mostrar para uma região convulsionada que as forças do terror podem ser contidas".

E pode haver disputas entre a França e Alemanha, segundo o jornal francês Le Monde, que afirma que questões sobre a política industrial entre os dois países estão "ficando complicadas".

Embora os ministros da Economia dos dois países, Nicolas Sarkozy e Hans Eichel, tenham assinado um tratado contra brechas nos impostos, "eles não parecem concordar em muito mais", segundo o jornal.

O jornal afirma que a desconfiança por parte da Alemanha foi reforçada por uma percepção de "nacionalismo exagerado" de Sarkozy e diz que o adiamento de um encontro bilateral de alto nível "causou preocupação" no gabinete do chanceler Gerhard Schroeder, que vê o fato como um sinal "da inabilidade do presidente Jacques Chirac em manter suas tropas sob controle".

Outro jornal francês, o Libération, falando sobre as comemorações dos 60 anos do Dia D, neste domingo, disse esperar que Chirac divulgue "uma mensagem de gratidão e amizade ao presidente dos Estados Unidos".

Mas o jornal alerta o presidente George W. Bush a "interpretar a mensagem como respeito pela América, não por sua política". A Segunda Guerra Mundial e a guerra contra o Iraque, segundo o Liberation, não são parte da mesma batalha pela liberdade, como Bush quer que as pessoas acreditem.

Ataques sexuais

O jornal americano The Washington Post traz uma reportagem em que diz que ataques sexuais estão aumentando no exército.

Ele cita uma investigação interna feita pelo exército americano, que mostra que aumentaram as queixas de ataques desse tipo contra mulheres militares que servem ou serviram no Iraque e no Afeganistão, citando 19% de casos a mais, de 1999 a 2002.

O relatório divulgado pelo The Washington Post diz que o exército americano não tem uma política para lidar com o problema, além de não ter um programa para treinar soldados e seus superiores sobre como evitar ataques sexuais ou reagir a eles.

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