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Para ministro, decisão do COI é 'política' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A exclusão do Rio de Janeiro da disputa para sediar os Jogos Olímpicos de 2012 foi uma decisão "política" e "lamentável", segundo o ministro dos Esportes, Agnelo Queiroz. "Quem tem força (no Comitê Olímpico Internacional, o COI) não dá oportunidade às regiões que mais precisam", afirmou Queiroz no evento na sede do COI, em Lausanne, na Suíça, onde foi anunciada a decisão. As cidades aceitas foram Paris, Londres, Nova York, Moscou e Madri. A capital francesa, que já foi a sede dos jogos de 1924, é tida como favorita. O ministro defendeu o que disse ser o "direito" de um país sul-americano de sediar o maior evento esportivo do mundo. "Ninguém pode ser dono das Olimpíadas." Segurança Segundo o COI, o Rio de Janeiro ficou abaixo do mínimo exigido em termos de investimentos em segurança nos locais onde os Jogos seriam realizados. O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, no entanto, disse que o Rio não era a única cidade candidata com problemas de segurança. Por outro lado, Nuzman afirmou que a cidade agora precisa se concentrar nos Jogos Panamericanos de 2007 que, segundo ele, se funcionarem bem, vão "servir como uma alavanca" para a candidatura de 2016. No ano passado, o presidente do COI, Jacques Rogge, insinuou que as nove candidatas poderiam chegar à votação final, mas posteriormente admitiu que algumas seriam eliminadas logo de cara. As cidades escolhidas poderão usar os anéis olímpicos em seus logotipos e começar a fazer campanha de modo mais intenso. |
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