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Tribunal israelense aprova demolição de casas em Gaza | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Supremo Tribunal israelense rejeitou um apelo feito por palestinos pedindo o fim da demolição de casas no campo de refugiados de Rafah, em Gaza. O tribunal suspendeu a ordem dada no sábado proibindo temporariamente a destruição de mais construções. Cerca de 90 casas já foram destruídas pelas tropas israelenses. Segundo a agência da ONU responsável pelos refugiados palestinos, desde quinta-feira, quando a operação israelense começou, mais de mil pessoas ficaram desabrigadas. No sábado, mais de 100 mil israelenses participaram de uma passeata na praça central de Tel Aviv, em Israel, para exigir a saída das tropas do país da Faixa de Gaza. 'Base de ataques' O governo de Israel diz que a medida é necessária porque as casas destruídas seriam usadas por militantes como bases para ataques. Segundo os israelenses, tiros disparados do local mataram dois soldados na sexta-feira, quando eles procuravam pelos corpos de cinco outros, mortos em conseqüência de um míssel que também teria sido lançado dos mesmos prédios. Os palestinos refutam essas acusações e dizem que a área é residencial. A remoção das casas poderá tornar mais larga a faixa de isolamento entre Gaza e o Egito conhecida como corredor 'Filadélfia'. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, condenou a demolição e pediu para que a ação seja interrompida "imediatamente". |
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