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Israel fica em Gaza até retomar restos de soldados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército de Israel afirmou que não vai sair da Cidade de Gaza até encontrar os restos mortais de seis soldadosque estavam em um carro que explodiu ao passar sobre uma mina terrestre, na terça-feira. Pouco depois, emissoras de televisão mostraram as imagens de militantes palestinos exibindo as partes dos corpos como troféus. Nesta quarta-feira, várias pessoas ficaram feridas quando um helicóptero israelense disparou um míssil contra um prédio. Momentos depois, uma bomba explodiu perto de um batalhão de soldados de Israel. Pedidos Ainda nesta quarta-feira, a Autoridade Palestina fez um apelo para que os militantes e os moradores de Gaza devolvam os restos mortais para Israel. "Pedimos àqueles que estão com os corpos que os devolvam e resolvam esse problema, de acordo com os direitos humanos e os preceitos da religião muçulmana", disse o governo palestino em um comunicado. O líder Yasser Arafat convocou uma reunião de seu conselho de segurança em Ramallah e disse que a Autoridade Palestina está em contato com "seus irmãos em Gaza" para resolver o assunto. O primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, deu ordens para suas tropas permanecerem na cidade até que os corpos sejam recuperados. O comandante do Exército, o general Moshe Yaalon, negou qualquer negociação com os militantes que "profanaram" os corpos das vítimas. Na manhã desta quarta-feira, soldados israelenses fizeram buscas em várias casas da região. O ataque ao veículo israelense, cuja responsabilidade foi assumida pela organização Hamas, foi o que causou mais mortes entre militares do país desde novembro de 2002, quando oito soldados israelenses, um oficial de controle de fronteira e três policiais civis, foram mortos na cidade de Hebron, na Cisjordânia. |
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